De FRAGMENTOS DE UM DISCURSO AMOROSO, de Roland Barthes:
“[…] A plenitude é pois uma precipitação: alguma coisa se condensa, abate-se sobre mim, fulmina-me. O que me repleta assim? Uma totalidade? Não. Alguma coisa que, partindo da totalidade, vem a excedê-la: uma totalidade sem resto, uma soma sem exceção, um lugar sem nada ao lado (“minha alma não está apenas repleta, mas transbordante”).

De FRAGMENTOS DE UM DISCURSO AMOROSO, de Roland Barthes:
“[…] A plenitude é pois uma precipitação: alguma coisa se condensa, abate-se sobre mim, fulmina-me. O que me repleta assim? Uma totalidade? Não. Alguma coisa que, partindo da totalidade, vem a excedê-la: uma totalidade sem resto, uma soma sem exceção, um lugar sem nada ao lado (“minha alma não está apenas repleta, mas transbordante”).

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