November 2009
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Even if I knew that tomorrow the world would go to pieces, I would still plant...
De FRAGMENTOS DE UM DISCURSO AMOROSO, de Roland Barthes: “[…] A plenitude é pois uma precipitação: alguma coisa se condensa, abate-se sobre mim, fulmina-me. O que me repleta assim? Uma totalidade? Não. Alguma coisa que, partindo da totalidade, vem a excedê-la: uma totalidade sem resto, uma soma sem exceção, um lugar sem nada ao lado (“minha alma não está apenas repleta, mas transbordante”).
Com certeza, a liberdade e a poesia a gente aprende com as crianças.”...